Problema/Solução:
É um dilema tão antigo como a própria propaganda e continua presente naqueles casos onde realmente existe um problema e onde o produto que a empresa elabora (oferece) uma boa solução. Primeiro, levanta-se o problema, de modo que o espectador possa familiarizar-se facilmente com ele, e depois se mostra a forma de resolvê-lo, utilizando o produto em questão que foi concebido para isto.
Demonstração:
É ideal quando o produto supera em eficácia o dos concorrentes e, também, quando é capaz de maravilhar o espectador; às vezes, é a criatividade promocional que converte em surpreendentes as características do produto. Uma demonstração não pode ser aborrecida, visto que pode ser imaginativa, espetacular ou profunda.
Estimulação:
Esse é o caminho praticamente obrigatório para os produtos alimentícios e as bebidas. Consiste em mostrar o produto, bem em primeiro plano, sublimado, de modo que o espectador sinta \\\"água na boca\\\". O movimento, se possível, também excita, como por exemplo o chocolate quente sendo derramado sobre o sorvete, ou as gotinhas d’água correndo pela garrafa de um refrigerante bem gelado. O som também é um estímulo ideal: o tilintar dos blocos de gelo caindo no copo e, depois, o líquido chocando-se neles aumenta substancialmente a eficácia do anúncio da bebida.
Informação:
Quando o produto possui uma grande dose de criatividade, reforçar a mensagem é uma redundância. Por exemplo: se um fabricante de automóveis inventasse um novo modelo que funcionasse com água em vez de gasolina, bastaria informar seriamente sobre isto – com toda a dose de credibilidade que as notícias podem ter – para que o público alvo se interessasse imediatamente por ele.
O publicitário inglês David Abbot afirma: \\\"surpreenda o consumidor somente uma vez para captar sua atenção\\\". Depois, venda-lhe o produto dando-lhe toda informação necessária\\\". Se o produto constitui por si mesmo uma surpresa, é melhor não aumentar a capacidade de assombro na mensagem publicitária. Informar que o seu produto é o número um do mercado, ou seja, o preferido pela maioria dos consumidores, funciona bem em certas ocasiões. Ninguém gosta de apostar em perdedor.
Há campanhas informativas que, além de explicar a serventia do produto mostram também as situações em que ele não é indicado. Tais campanhas gozam de grande credibilidade.
Comparação:
O ser humano, como animal racional e impulsivo, passa boa parte de sua vida tomando decisões, isto é, realizando uma série de comparações sucessivas em sua mente. Por isso, a comparação como caminho criativo, quando oferece elementos de contrastes válidos, facilita a decisão dos compradores. A comparação não exige que se mencionem expressamente as marcas da concorrência com as quais se disputa o mercado. Não interessa mencioná-las para dar-lhes publicidade.
Mencionar os dados do seu produto para cortejá-los com os dos concorrentes, exige uma objetividade, uma serenidade e uma ética fora de toda dúvida. Mas este caminho não se encerra com a comparação entre produtos ou marcas competidoras. A comparação pode envolver outras áreas e dar-se até entre produtos diferentes. Um bom exemplo é a campanha da Bombril: \\\"A champanha subiu, o que limpa a taça não; o que se põe nas caçarolas subiu, o que serve para limpá-las, não\\\". Também nessa direção, o desafio pode ser de grande utilidade, desde que o criador não caia no fácil erro da soberba.
Depois destes passos primordias e passados por alguns setores da agência ainda temos: Analogia, Símbolo Visual ,Emoção ,Nostalgia , entre outras coisas a serem despertadas.
*Informações retiradas do site da UOL referentes a publicidade
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