Os motivos pelos quais escolhi cursar publicidade, pra mim eram os certos, mas depois de um semestre sabendo mais como funciona esta profissão , e sabendo como é o dia-dia da profissão descobri que não era o que eu esperava.Um pouco diferente da minha visão , mas bem mais ampla e cheia de opções. Não existe somente criação e produtoras de vídeo.A gama de profissionais dentro da publicidade que desempenham atividades diferentes do que eu pensava existir. E acho que isso foi o que mais ajudou para que eu , primeiro entendesse, para depois começar a gostar da publicidade de acordo com esta visão mais ampla e mais certa.
Ao longo do semestre também fizemos alguns trabalhos que, por mais simplórios que pareçam , já deram a cara de como deve ser as áreas que até começar o curso muitos (e nesse grupo , me incluo) não sabiam como funcionava o briefign , ou ainda qual são as divisões de atividades dentro de uma agência .
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Publicitário.... mas porque?
terça-feira, 17 de junho de 2008
Como fazer uma campanha publicitaria
Problema/Solução:
É um dilema tão antigo como a própria propaganda e continua presente naqueles casos onde realmente existe um problema e onde o produto que a empresa elabora (oferece) uma boa solução. Primeiro, levanta-se o problema, de modo que o espectador possa familiarizar-se facilmente com ele, e depois se mostra a forma de resolvê-lo, utilizando o produto em questão que foi concebido para isto.
Demonstração:
É ideal quando o produto supera em eficácia o dos concorrentes e, também, quando é capaz de maravilhar o espectador; às vezes, é a criatividade promocional que converte em surpreendentes as características do produto. Uma demonstração não pode ser aborrecida, visto que pode ser imaginativa, espetacular ou profunda.
Estimulação:
Esse é o caminho praticamente obrigatório para os produtos alimentícios e as bebidas. Consiste em mostrar o produto, bem em primeiro plano, sublimado, de modo que o espectador sinta \\\"água na boca\\\". O movimento, se possível, também excita, como por exemplo o chocolate quente sendo derramado sobre o sorvete, ou as gotinhas d’água correndo pela garrafa de um refrigerante bem gelado. O som também é um estímulo ideal: o tilintar dos blocos de gelo caindo no copo e, depois, o líquido chocando-se neles aumenta substancialmente a eficácia do anúncio da bebida.
Informação:
Quando o produto possui uma grande dose de criatividade, reforçar a mensagem é uma redundância. Por exemplo: se um fabricante de automóveis inventasse um novo modelo que funcionasse com água em vez de gasolina, bastaria informar seriamente sobre isto – com toda a dose de credibilidade que as notícias podem ter – para que o público alvo se interessasse imediatamente por ele.
O publicitário inglês David Abbot afirma: \\\"surpreenda o consumidor somente uma vez para captar sua atenção\\\". Depois, venda-lhe o produto dando-lhe toda informação necessária\\\". Se o produto constitui por si mesmo uma surpresa, é melhor não aumentar a capacidade de assombro na mensagem publicitária. Informar que o seu produto é o número um do mercado, ou seja, o preferido pela maioria dos consumidores, funciona bem em certas ocasiões. Ninguém gosta de apostar em perdedor.
Há campanhas informativas que, além de explicar a serventia do produto mostram também as situações em que ele não é indicado. Tais campanhas gozam de grande credibilidade.
Comparação:
O ser humano, como animal racional e impulsivo, passa boa parte de sua vida tomando decisões, isto é, realizando uma série de comparações sucessivas em sua mente. Por isso, a comparação como caminho criativo, quando oferece elementos de contrastes válidos, facilita a decisão dos compradores. A comparação não exige que se mencionem expressamente as marcas da concorrência com as quais se disputa o mercado. Não interessa mencioná-las para dar-lhes publicidade.
Mencionar os dados do seu produto para cortejá-los com os dos concorrentes, exige uma objetividade, uma serenidade e uma ética fora de toda dúvida. Mas este caminho não se encerra com a comparação entre produtos ou marcas competidoras. A comparação pode envolver outras áreas e dar-se até entre produtos diferentes. Um bom exemplo é a campanha da Bombril: \\\"A champanha subiu, o que limpa a taça não; o que se põe nas caçarolas subiu, o que serve para limpá-las, não\\\". Também nessa direção, o desafio pode ser de grande utilidade, desde que o criador não caia no fácil erro da soberba.
Depois destes passos primordias e passados por alguns setores da agência ainda temos: Analogia, Símbolo Visual ,Emoção ,Nostalgia , entre outras coisas a serem despertadas.
*Informações retiradas do site da UOL referentes a publicidade
Briefing
Briefing é a passagem de informação de um ponto para outro, deve ser organizada para que a passagem de informações e dados do cliente ocorra de maneira certa, da pessoa certa e para a pessoa certa. Contém a descrição da situação da marca ou empresa, seus problemas, oportunidades, objetivos e recursos, é a base do processo de planejamento.
Numa visão geral é um documento que apresenta características de um produto ou serviço, da marca e da empresa do anunciante. Significa a passagem de informação de uma pessoa a outra pessoa. Precisa ser eficaz e objetivo, erros de omissão ou excesso de informações pode comprometer e desperdiçar tempo e dinheiro investidos numa campanha publicitária.
O briefing e o planejamento de propaganda são inseparáveis, envolve a troca de informações entre o setor de marketing e comunicação da empresa do anunciante e a agência contratada. Para identificar a informação certa é utilizado um questionário seletivo que identifique a informação através de perguntas com objetivo definido.
O briefing deve ser um diálogo entre anunciante e agência, após o briefing inicial feito pelo anunciante para a agência, são feitos briefings específicos e complementares para as diversas áreas de uma agência de publicidade como mídia, criação, pesquisa, promoção, etc. As áreas de marketing de uma empresa são responsáveis para tornar acessíveis as informações e as áreas de propaganda da empresa e a agência por obterem as informações que precisam.
O documento deve apresentar as características do produto, estudar o perfil de consumidor e o seu momento de compras. O planejamento de propaganda busca soluções para a aceitação do produto, revendo foco de vendas e diagnosticando problemas.
COMO FAZER UM BRIEFING
O Briefing é um documento essencial na elaboração de uma campanha publicitária. É elaborado pelo anunciante para ser entregue à agência de publicidade.
Tem por finalidade transmitir todas as informações e orientações necessárias para que esta possa desenvolver a proposta da campanha ajustada aos objectivos definidos.
A campanha deverá resultar de uma reflexão conjunta entre cliente e agência, sendo a exteriorização de uma visão comum.
Informações do mercado
Quota de mercado
Tendências
Perfil do consumidor (a)
Vantagens competitivas (b)
(a) Para que a agência possa conceber a mensagem publicitária é necessário ter um conhecimento rigoroso sobre com quem vamos comunicar. As informações podem ser várias, por exemplo dados sociodemográficos (sexo, idade, classe social, etc.), e dados psicográficos (estilo de vida, atitudes, gostos, factores de decisão da compra, etc.).
(b) Identifique o que diferencia o seu produto dos da concorrência. É fundamental que a agência perceba o posicionamento do produto no mercado, quais os pontos fortes e fracos, o que é que a concorrência está a oferecer e o que está a fazer.
Informações do produto
Designação / descrição
Função/utilidade principal (c)
Evolução das vendas nos últimos anos
(c) É fundamental que a agência conheça as particularidades do produto, que necessidades satisfaz e os seus principais benefícios.
Distribuição
Locais da venda ao consumidor
Canais com maior rentabilidade
Novos locais para colocar o produto á venda
Comunicação
Tem de esclarecer qual é o objectivo da campanha. (d)
Tem de comunicar que mensagem pretende passar ao cliente.
E ainda quais as características que pretende ver realçadas. (e)
(d)O objectivo vai indicar qual vai ser a missão da campanha. Alguns casos possíveis são aumentar notoriedade, crescer o volume de vendas, angariar ou fidelizar clientes.
(e) Qualquer produto diferencia-se dos restantes pelas características que apresenta. A campanha poderá realçar apenas o qiue pretende, por exemplo, os pontos fortes do produto. Estes, por sua vez podem incidir sobre as características de marca (aspectos diferenciadoresem relação a outras marcas) ou sobre as características técnicas do produto (aspectos diferenciadores em relação a outros produtores) font>
Informações complementares
Deve indicar no Briefing todas as informações pertinentes e eventuais limitações para evitar que a proposta apresentada pela agência seja desajustada aos objectivos do anunciante, por não terem sido transmitidos dados importantes. (f)
(f) Estas limitações podem incidir, por exemplo, sobre questões legais, restrições e os hábitos dos consumidores ou ainda o manual de normas da empresa (logos, letterings distâncias, etc.) e os meios de comunicação a utilizar (restringir a Direct Mail, Imprensa, Outdoor, etc.)
Orçamento
Tem de comunicar o valor disponível para o desenvolvimento da campanha. (g)
(g) Comunicar qual o orçamento disponível para a campanha é essencial, uma vez que este vai condicionar as propostas da agência, nomeadamente a escolha de determinados meios, a criatividade, as quantidades de peças a produzir, etc.
Timing da campanha
É determinante que indique a data de lançamento da campanha. A utilização de determinados meios e materiais, entre outros aspectos, podem ficar condicionados por falta de tempo.
Midia
É a área onde se estuda e indica os melhores meios, veículos, volumes, formatos e posições para veicular as mensagens publicitárias.
E como surgiu no Brasil?
O termo mídia, no Brasil, foi criado a partir do aportuguesamento do inglês "media", para designar a função, o profissional, a área, o trabalho de mídia ou o ato de planejar, desenvolver, pensar e praticar mídia, nas agências de publicidade.
Isto aconteceu porque até o final da década de 60, nas agências de publicidade, a área era chamada de "departamento de media", com a grafia inglesa. E eram comuns brincadeiras jocosas que as pessoas faziam misturando "trabalhar em media", com a expressão pejorativa "fazer média".
Em parte por isso, e de outra parte, para especificar melhor o significado do termo dentro do mercado publicitário, ao formarem o Grupo de Mídia São Paulo – cuja primeira reunião aconteceu em 15 de agosto de 1968 –, seus fundadores tiveram a feliz idéia de adotar o “i”, aportuguesando a palavra para "mídia". O mercado relutou um pouco para assimilar essa forma, mas em meados dos anos 70 até o anuário da editora Meio & Mensagem já saía grafado como "Anuário de Mídia".
Vários anos depois, nos artigos que escrevia para a Folha de S. Paulo, de Nova York, o jornalista Paulo Francis passou a escrever “mídia” ao se referir à grande imprensa, que abriga os grandes veículos com reconhecida influência na população e nos governos. E depois, passou a usar “mídia" para os meios de comunicação em geral.
Não demorou muito para que toda a imprensa brasileira, tanto os jornalistas bem conceituados, como também apresentadores de auditório e artistas, passassem a se referir aos meios de comunicação como “a mídia”. E com a popularização da informática, hoje o termo também é usado até para designar os discos de CD e DVD.
Criação
Criação
Nenhuma marca será percebida como líder se ela imitar as ações e as abordagens das suas concorrentes. Também não será líder se não fizer uma conexão com os consumidores. Por isso, existe tanta valorização da criatividade com objetivo: ter resultados.
Existe uma lenda de que os “criativos” estão apenas em um departamento de uma agência, na criação, mas processo criativo começa na forma de atendimento, passando pelo planejamento, cria-se e, ainda, compra-se mídia. Deve haver criatividade também no relacionamento com os clientes e até no acompanhamento dos resultados de uma campanha.
O trabalho criativo deve fazer alguma coisa acontecer. Não é suficiente ter uma idéia criativa e rezar para que tudo dê certo. Alguém deve se sentir melhor sobre a marca. Ou dar a ela uma segunda chance. Ou ao menos experimentá-la.
Visualmente o profissional de Criação tem um estilo próprio, que varia entre mauricinho e skatistas-clubbers. Ainda assim deve-se prezar a boa aparência, ao menos no que diz respeito à higiene, uma vez que ele sempre estará por trás de tudo, trabalhando sem tanta cerimônia. Raros são os casos em que se promove um contato entre o profissional de Criação e um cliente. É imprescindível cultivar a cultura por meio de leitura de jornais e revistas de informações gerais.
Profissionalmente este profissional precisa dominar a informática, como usuário, nos softwares ligados à sua área, seja ela imagens, editoração, arte-finalização, animação ou produção para qualquer tipo de mídia.
Produção
Juntamente com a criação, é o departamento que organiza a produção do que foi criado. A produção trabalha com o banco de dados dos fornecedores de serviços como gráficas, produtoras de tv, empresas de mídia externa, mídia interativa, dentre outras, que podem ser regionais, estaduais, nacionais e até do exterior, dependendo da necessidade do cliente. A produção manuseia e organiza os orçamentos e os calendários de execução e de entregas; define prioridades e resolve problemas de arte-finalização com a Criação.
Visualmente o profissional de Produção deve prezar a boa aparência, podendo ter seu estilo próprio, uma vez que ele sempre estará por trás de tudo e em contato com os fornecedores de serviços. É imprescindível o domínio de ferramentas exatas, cálculos, calendários e agendas são a vida deste profissional. Vale a pena, também, cultivar a cultura por meio de leitura de jornais e revistas de informações gerais.
Profissionalmente este profissional precisa dominar a informática, como usuário, no mínimo o Pacote Office, ou seja, Word, P. Point e Excel, este muito bem para poder calcular, com base nas tabelas dos veículos, como o investimento do cliente será aplicado.
Planejamento
Planejamento
O planejamento é o cérebro da Agência. Em muitos casos não há um profissional específico para esta etapa e o que acontece é que atendimento e criação juntos discutem o planejamento. Existem algumas técnicas de planejamento, uma delas é o braisntorm, uma espécie de discussão criativa livre da qual muitas vezes saem grandes idéias. Engana-se quem pensa que criar é uma questão de inspiração e sorte. Hoje o planejamento de uma campanha usa quase uma estratégia de guerrilha na qual tudo são armas potenciais.
O valor do planejamento está na capacidade de melhor processar as informações disponíveis, pois, hoje, com o acesso muito mais fácil a todo tipo de dado, essa capacidade tem uma função estratégica definitiva, mostrar quais são os principais caminhos de posicionamento. É uma ferramenta objetiva e consistente que faz toda a diferença no desenvolvimento da estratégia de comunicação, analisando o comportamento das pessoas e o reflexo de suas crenças pois a intenção de mudar um comportamento deve passar pela identificação e mudança dessa crença. Planejar é saber se colocar no lugar do consumidor, para poder vivenciar e descobrir suas crenças.
Visualmente o profissional específico de Planejamento deve prezar a boa aparência e tentar oscilar entre o profissional de Atendimento e o de Criação, de acordo com seu contato com o cliente. É imprescindível cultivar a cultura por meio de leitura de jornais e revistas de informações gerais.
Profissionalmente este profissional precisa dominar a informática, como usuário, no mínimo o Pacote Office (Word, Excel, P. Point), para manter a organização de seus trabalho, uma comunicação limpa padronizada e para apresentar bem a empresa e as propostas ou, em caso de também ser um profissional de criação, dominar os softwares de criação, editoração e tratamento de imagens, mas o resultado de uma boa criação é a somatória de um bom Atendimento e um bom Planejamento.
Atendimento
Atendimento - é a parte responsável pela ligação entre cliente (anunciante) e agência. É responsável por trazer todas as informações (briefing) do cliente. Uma vez desenvolvido um trabalho (que pode ser uma campanha ou um anúncio isolado), é o atendimento quem mostra ao cliente (normalmente acompanhado do responsável pela criação).
Um pouco de história, contextualizada com o tema acima .No início do século XX, toda ação publicitária estava apoiada no trabalho do profissional de atendimento das agências de publicidade, não havia embasamento técnico, somente habilidade em vendas, o profissional de atendimento apenas vendia espaços publicitários, sem planejamento de idéias. O profissional em atendimento negociava diretamente com o dono da empresa anunciante, numa relação cliente – pessoa.
A partir da década de 50, as mídias no país se multiplicam, e as pesquisas de mercado e consumidor também. As empresas criam departamentos de marketing e propaganda em suas instalações. O marketing abre a mentalidade do grande empresariado brasileiro, que neste momento, já busca estratégias para médio e longo prazo. O profissional em atendimento passou a ser cobrado a não somente vender espaços, mas sobretudo a apresentar embasamento técnico de mercado, a relação passa a ser cliente – empresa.
A tentativa de ser o cliente na agência e a agência no cliente não deu certo, entre as décadas de 70 e 80, passou a ser responsabilizado quando uma campanha publicitária não dava certo, neste período as agências tentaram ser “full service”, ou seja, ofereciam soluções integradas de comunicação, mas na realidade eram mais voltadas para a criação de mídia. Época da evolução publicitária brasileira e filmes publicitários de até 5 e 10 minutos.
A partir dos anos 90, o profissional em atendimento assume uma visão profissional e técnicas sobre a agência e o cliente. Na empresa do cliente agiliza as decisões, e na agência de publicidade agiliza as ações. Possibilita ao cliente alcançar os resultados através das ações da agência, torna-se a agência na agência e o cliente no cliente.
Há uma relação de marketing da empresa e o departamento de atendimento da agência, que tem como objetivos : conhecer técnicas em vendas sem ser vendedor ; discernir um foco de solução para a empresa anunciante ; avalia e pensa em estratégias ; ter visão de mercado ; visão de propaganda para aprovação das peças. É o profissional em atendimento que recolhe informações da empresa anunciante por escrito, elabora o briefing e checa com o cliente, aprova e defende a campanha, conhece o aproach (apelo) da concorrência, monitora resultados e mantém o cliente para trabalhos futuros.
Alguns garotos prapaganda que marcaram época.
Baixinho da Kaiser
José Valien Royo, que imortalizou o “baixinho da Kaiser”, se tornou garoto-propaganda da marca por acaso. Ele era, na verdade, motorista da produtora Nova Filmes, do diretor Cláudio Meyer, que o chamou para completar um casting piloto. A dupla de criação José Zaragoza e Neil Ferreira achou o desempenho de Royo engraçado, e um tanto atrapalhado, e resolveu mantê-lo como protagonista do comercial com o qual a DPZ ganhou a conta, em 1986.
Na época, o desafio da agência não era pequeno. A novata Kaiser, lançada três anos antes pelos engarrafadores brasileiros de Coca-Cola, precisava enfrentar as então gigantes Brahma e Antarctica. O slogan “A Kaiser é uma grande cerveja, ninguém pode negar”, embalado ao ritmo da tradicional canção “Jolly Good Fellow”, contribuiu para a empatia popular imediata da campanha.
Pouco mais de dez anos depois, no fim da década de 90, a Kaiser já respondia por mais de 15% do mercado brasileiro de cervejas, tendo, inclusive, ultrapassado a secular Antarctica.
Royo jamais conseguiu se desvincular do personagem que o celebrizou nos 16 anos em que esteve no ar, tanto que em 2005 estreou como Zé da Colônia, garoto-propaganda da cervejaria Colônia, mesmo assim continua — e, pelo visto, continuará sempre — sendo conhecido como o Baixinho da Kaiser.
Gordo Barbudo do Bamerindus
Após conhecê-lo pela figuração de um comercial que havia dirigido para Mesbla, o diretor Andrés Bukowinski, da ABA Filmes, sugeriu o ator Toni Lopes para protagonizar um filme do Bamerindus veiculado no mercado paranaense, em 1987.
Aprovado pela diretoria do banco e pelo publicitário Sérgio Reis, que, na época, comandava a Umuarama, agência curitibana que atendia o Bamerindus, o gordo barbudo com ar bonachão iniciou carreira nacional com a campanha de lançamento da Conta Remunerada, produto revolucionário no setor financeiro da época. A partir daí, foram 11 anos como protagonista de cerca de 70 comerciais da marca, criados também pelas
outras agências que vieram a atender o cliente nesse período: Colucci, Talent e Standard. O ator transformou-se em uma espécie de porta-voz do banco, linkando todas as campanhas de seus produtos e serviços, criando forte empatia com os consumidores.
Falecido há dois anos, Toni Lopes ficou tão identificado com o exigente segmento financeiro que, após o desaparecimento da marca Bamerindus, encampada pela britânica HSBC, chegou a protagonizar filmes do Banco do Brasil por alguns anos.
Carlos Moreno
Mídia alternativa
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Propaganda brasileira que foi barrada.
Aqui podemos ver uma peça que foi veinculada por pouco tempo, e tirada por ser muito forte.
Mostrando, que até a melhor propagando precisa de sensura.

sábado, 7 de junho de 2008
Setores de uma Agência de Publicidade e como funciona a remuneração.
- Atendimento
- Planejamento
- Midia
- Criação
Remuneração de uma Agência
Comissão de Veiculação:
Dos 100% investidos em um veículo, 80% é dele e 20% retorna para a Agência a título de comissão. Teoricamente o veículo cobra o mesmo, independente de o cliente o procurar direto ou por intermédio da Agência.
Comissão sobre serviços de terceiros:
A Agência pode faturar até 15% acima de serviços os quais elas não oferece e tem de contratar. Faturamento sobre serviços técnicos:
Honorários sobre serviços especiais.Independentemente de tudo isso, uma boa agência é apta a “manobrar” todos esses valores agregados de forma única e surpreendente. Basta somente uma equipe de sucesso para atingir todos estes valores, sejam eles morais internos e externos, assim então, conseguindo no dia-dia, novos clientes, novas soluções com muita criatividade e inovação.





























